O Brasil nas Olimpíadas

O Felipe, do blog Controle Remoto está puto com a participação do Brasil nos Jogos de Pequim. O Cardoso, do Contraditorium, resolveu abraçar o capeta e também botou a boca no trombone dizendo que não vai se declarar brasileiro por que tem vergonha da posição do país nas Olimpíadas.

Ok, concordo com ambos que o Brasil, até agora, vem fazendo uma péssima olímpiada, mas o que eles esquecem é que ainda falta muiiito para os Jogos acabarem. Amanhã chegaremos à metade dos Jogos e ainda tem muito esporte para acontecer, competições onde o Brasil tem grandes chances de medalha, como a Vela, Volêi de Praia (Masculino e Feminino), Volêi de Quadra (M e F), Futebol (M e f), Atletismo, Boxe e até Natação, com Cesar Cielo. Todos estes certamente nos trarão medalhas que nos ajudarão a subir na classificação. Claro que não dá pra ficar feliz e claro que se nos compararmos com EUA, China, Austrália, UK e outros ficaremos mais putos ainda, mas acho que devemos pelo menos esperar os Jogos acabarem para, enfim, criticar duramente os responsáveis pelo esporte em nosso país.

É fato que nossos atletas não têm incentivo para treinar de forma 100% dedicada e focada em resultados de grande porte. Precisamos de mais incentivo, ô Lula! Se for para continuar assim, pra quê olimpíadas no Rio em 2016? Para tomarmos um sapecaiaiá em casa? Espero que o investimento aumente e que o governo perceba que grandes resultados no esporte são uma vitrine extraordinária para o mundo.

O Felipe e o Cardoso já estão putos, eu estou quase ficando, mas vou esperar o fim pra detonar com um big post aqui no blog.

O que esperar?

A enquete de hoje do globoesporte.com pergunta: O que esperar do Brasil contra a Argentina? “Raça e vitória” ou “Mais uma decepção”

E vejam só o resultado, agora há pouco às 9h45, quando dei o meu voto.

É, pelo visto a Seleção não está passando muita confiança para os torcedores. Eu sei que o Palmeiras não merece perdê-lo, mas acho que o melhor lugar para o Luxemburgo é lá, comandando os canarinhos. Dunga não está com nada.

Deve ser por causa dos altos e baixos que a Nike paga à nossa seleção US$ 12 milhões/ano, enquanto paga à França US$ 63,3 milhões/ano.

Tá, eu sei que não é por causa dos altos e baixos, é por incompetência mesmo. De negociação. Se não for isso, o que explica o fato de um clube, como o Manchester United, mesmo repleto de tradição, receber mais de US$ 35 milhões/ano, enquanto a seleção brasileira recebe um terço disso? Vai saber.

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