Em 2009 o Corinthians surpreendeu ao trazer de volta para o Brasil o craque Ronaldo “Fenômeno”, tudo bastante elaborado para que o jogador recebesse parte de seus pagamentos através de rendimentos com veiculações publicitárias a que teria direito nos uniformes e sabe-se lá mais aonde.
Acho que o exemplo do Ronaldo serve para mostrar que é possível sim, fazer um clube de futebol ser lucrativo. Olha o exemplo do Flamento, que quando trouxe o Adriano “Imperador” fez uma home teaser em seu site para mostrar que o cara era do “mengão” e que (aqui vem a parte importante) as camisas com o seu nome já estavam à venda.
Agora o mesmo Flamengo acaba de contratar o Wagner Love e fez o mesmo para ele. O legal é que tem o som com a música Só Love de fundo. Clique na imagem para conferir (deve sair depois de algum tempo).
O que me deprime nesta história toda é não ver os clubes baianos e nordestinos fazerem o mesmo. O Bahia e o Vitória tem uma força expressiva aqui na Bahia e poderiam fazer algo bem bacana. Acham que o investimento em um jogador de porte não tem retorno? Trás um cara bom pra cá e faz isso aí que o Flamengo fez pra ver o retorno. O Sport é outro clube que poderia estar arrecadando muito com o marketing esportivo, mas eles todos continuam a achar que contratar pés-rapados velhos vai resolver alguma coisa. Uma lástima.
E parabéns aos clubes do primeiro mundo do futebol brasileiro, que estes sim, sabem fazer um bom marketing esportivo, além de dar bons resultados às suas torcidas.

No último dia 2, fui ao TCA assistir à peça Jeremias, Profeta da Chuva, que fora escrito e dirigido por minha prima,