Movimento (For Sale)

Desde a última semana que eu, quase que literalmente, coloquei-me à venda. Calma lá! Não estou vendendo meu corpo e nem tampouco a alma, estou vendendo minhas habilidades, meus conhecimentos profissionais e acadêmicos e algumas horas por dia. E olha que eu não ligo de vender oito horas e entregar doze, quem sabe até quatorze. Desde, é claro, que seja devidamente bem recompensado pelas oito horas que vendi.

A verdade é que o momento é de movimento. E vou dizer uma coisa pra você, caro leitor: Movimento é tudo. Dá uma sensação de vida, de poder. É legal correr atrás de novos desafios, caminhos e de novas histórias para o livro da vida. Claro que o mar não está para peixe e que as boas oportunidades são realmente difíceis de surgir e, mais difíceis ainda, de serem abocanhadas. Mas o papai (no sentido figurado) aqui não vai parar até conseguir dar um verdadeiro e importante upgrade na carreira e na profissão. Meus objetivos e metas estão claramente definidos, agora só resta mesmo dar o novo e tão desejado passo.

Portanto, se você tem uma empresa desafiadora, com metas e objetivos arrojados e uma visão de negócio interessante e moderna, não perca tempo. Clique aqui para conferir meu curriculum, descobrir como entrar em contato comigo e, enfim, agregar à sua empresa um profissional ético, pró-ativo, dinâmico, especializado em marketing e cheio de gás para enfrentar novos desafios.

Feliz meu dia…

Hoje, 1º de fevereiro, é o Dia do Publicitário. Como ninguém se prontificou a deixar sequer um singelo “parabéns” nos comentários, resolvi escrever um post. Claro que ninguém deixou parabéns por que ninguém lembrou, afinal de contas, quem somos nós, os publicitários?

Pra uns somos publiciotários, para outros uns deslumbrados, lunáticos, ou até mesmo loucos varridos. O fato é que o mundo capitalista, ao nascer, nos trouxe de quebra. E o que seria do mundo sem nós, os publicitários. Ou melhor, sem a publicidade. Porque tem tanto merda aí com diploma de publicitário que eu acho que deveria existir um conselho e ter prova para tirar carteira profissional. O mais foda é que ninguém no meio se mobiliza para tentar criar um conselho nacional ou mesmo regional que organize nossa profissão. Eu adoraria poder fazer uma prova e ter minha carteira, seria uma grande conquista.

Mas ao contrário disso tudo, o Dia do Publicitário, do cara que faz propaganda, passa em branco, com poucas lembranças e nenhuma festa (se alguém viu alguma comemoração ou outdoor ou qualquer campanha, me avise, por favor).

Tem horas que penso que deveria ter cursado Administração, mas logo o coração me lembra que ser comunicólogo é paixão. É algo irracional mesmo. Pensem comigo. Estudamos quatro anos para nos formar, pagando em média (aqui em SSA) R$ 700,00 por mês e, no final do curso, ninguém tem emprego por que o mercado é uma bosta, prostituído e paga mal. É um sonho ver nosso mercado maduro, regulamentado e com boas oportunidades para os bons.

Eu espero que nosso dia (aqui me referindo aos colegas de profissão) não passe em branco e que algum político possa tomar as rédeas do nosso problema e ajudar a fundar um conselho nacional. Seria um excelente presente para este dia.

As colegas, meus parabéns!

Náufrago, eu?

Hoje faz uma semana que não faço inteiramente a barba. Estou deixando crescer para ver como é que vou ficar, afinal, faz anos que não deixo a barba crescer e nem imagino qual será o resultado disso.

O fato é que venho sofrendo algumas “represálias” por parte, principalmente, de Mone, minha namorada, e de Marcelinha. Mas como sempre há quem goste, Tata falou que está ficando legal e Márcio, um amigo e colega de trabalho, também disse para eu resistir.

É uma sensação estranha, essa de ter barba relativamente grande no rosto depois de anos e anos. Às vezes coça, outras eu nem mesmo lembro que isso existe, ou melhor, está existindo. É claro que não estou parecendo um monstro, eu aparo e tento, dentro do possível, deixá-la bem organizada. Já estou até pensando em fazer um cavanhaque, mas não sei até quando vou resistir em passar o rodo* e ficar de cara limpa.

* Passar o rodo: Expressão baiana que quer dizer algo como limpar, varrer, pegar geral ou, neste caso, tirar a barba toda.

(…)

Mudando um pouco de assunto. Sabe uma coisa que me irrita tremendamente? É RH que não responde à currículo solicitado. Acho isso uma tremenda falta de respeito, educação e profissionalismo. Se você solicita currículos, analisa e escolhe um, por que não responder aos demais com um simples e cordial “Obrigado por sua participação em nosso processo seletivo. A vaga foi preenchida. Seu currículo ficará em nosso banco de dados. Até a próxima seleção.”?

Tenho colocado currículos em algumas empresas e, há mais de um mês, enviei para uma agência um currículo para vaga de publicitário. Sabe o que aconteceu? Nada. Até hoje nem uma resposta ou um mero “obrigado” chegou.

Isso é uma tremenda falta de profissionalismo. Sabe o que acontece com isso? A empresa perde credibilidade, talentos e muitas vezes até mesmo bons negócios. O networking existe pra quê mesmo, hein?

Outra coisa, concordem ou não comigo, currículo é uma palavrinha pra lá de feia, não?