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Esporte
A TAM leva a seleção rumo o hexa
Mai 26th
Não é de hoje que admiro a comunicação da Tam. Aliás, as companhias aéreas brasileiras fazem trabalhos de comunicação muito bons. A Gol é também sensacional nisso.
O fato é que hoje, dia 26/05/2010, a Tam levou a seleção brasileira rumo a África do Sul, ou seja, rumo ao hexa. E eles fizeram mais um dos seus vídeos bacanas para o youtube e colocaram para os jogadores assistir. Se até eu me emocionei um pouco, imagino como cada um dos jogadores deve ter sentido o peso da amarelinha ao ver o clipe. Confere aí.
Vi no twitter de alguém, infelizmente não lembro de quem.
Skol lança latinhas falantes
Mai 14th
Seguindo o clima da Copa do Mundo, a Skol já lançou dois filmes com argentinos que se transformam ao abrir as latinhas da cerveja brasileira. O segundo VT acaba de ficar pronto e mostra que a Skol colocou no mercado latinhas falantes em meio às outras milhares de latas que são produzidas diariamente. Este segundo VT mostra os argentinos sofrendo com a lata que grita “Pentacampeão” entre outras coisas. Eles tentam afogar a lata, mas ela continua a berrar. Sensacional! Confira o video. As Latas Torcedoras vão ao ar a partir de amanhã, dia 15.
Via @skolweb
A vitória da fé no marketing esportivo
Abr 19th
É incrível como grandes viradas podem trazer alegrias e desconfortos para equipes esportivas e suas respectivas marcas patrocinadoras. Ano passado, o Flamengo, que era patrocinado pela Petrobrás, perdeu o patrocínio, fechou contrato com uma concorrente da estatal, os Postos Ale, e foi campeão brasileiro. O que gerou uma exposição fenomenal para a marca Ale.
E o mais incrível é que a Petrobrás patrocinava o time há vários anos e o título veio justo quando o contrato foi encerrado. A Ale se deu bem na história e seu share de marca cresceu absurdamente. Até em locais onde a marca não está presente, ela é conhecida.
Ontem a história se repetiu. Um ano atrás, o então time de vôlei, Finasa/Osasco, anunciou o fim de suas atividades dois dias após perder a quarta final consecutiva da Superliga para o Unilever/Rio. O time havia acabado por conta do encerramento do contrato com o patrocinador, o banco de financiamentos, Finasa, marca que pertence ao Bradesco. Provavelmente, após quatro vice-campeonatos, o Bradesco temeu que a marca recebesse o estigma de perdedora.
O técnico do time, Luziomar de Moura, partiu atrás de um patrocinador e fechou com a Sollys, formando então o Sollys/Osasco. A equipe trocou o vermelho pelo laranja e, apenas um ano depois, sagrou-se campeã da Superliga em cima do arquirrival Unilever/Rio. Mais uma vez, com a transmissão ao vivo do jogo, as reprises nos VTs e as fotos estampadas em sites pela web promoveram a marca Sollys como eles jamais o haviam feito.
(Foto do G1)
O que fica destas duas histórias? O marketing é algo complexo e, muitas vezes, sua execução se dá por um período longo de tempo. Para o marketing esportivo a situação é quase sempre assim. É importante manter laços e vínculos, investir em equipes para que elas tornem-se vencedoras e assim exponham a marca ao mundo. Não estou dizendo a Petrobrás e o Finasa não o fizeram, mas o fato é que eles deixaram de acreditar no retorno que o clube proporciona, mesmo nas derrotas, em exposição de marca. Um clube como o Flamengo merece um planejamento e investimentos contínuos, pois é um clube que está sempre na mídia e possui uma torcida imensa. Já o Finasa era sinônimo do vôlei de Osasco, dava nome ao time, e tinha uma aceitação grande por parte da população, pelo fato da sede do Bradesco, a Cidade de Deus, ser em Osasco.
Fica, depois de tudo isso, a certeza de que o investimento no esporte para formar equipes vencedores proporciona um retorno para a marca maior do que muitas campanhas publicitárias seriam capazes de promover. Espero que estas duas viradas mostrem aos patrocinadores que é importante investir continuamente para obter grandes resultados.
O maior love entre o marketing e o futebol
Jan 17th
Em 2009 o Corinthians surpreendeu ao trazer de volta para o Brasil o craque Ronaldo “Fenômeno”, tudo bastante elaborado para que o jogador recebesse parte de seus pagamentos através de rendimentos com veiculações publicitárias a que teria direito nos uniformes e sabe-se lá mais aonde.
Acho que o exemplo do Ronaldo serve para mostrar que é possível sim, fazer um clube de futebol ser lucrativo. Olha o exemplo do Flamento, que quando trouxe o Adriano “Imperador” fez uma home teaser em seu site para mostrar que o cara era do “mengão” e que (aqui vem a parte importante) as camisas com o seu nome já estavam à venda.
Agora o mesmo Flamengo acaba de contratar o Wagner Love e fez o mesmo para ele. O legal é que tem o som com a música Só Love de fundo. Clique na imagem para conferir (deve sair depois de algum tempo).
O que me deprime nesta história toda é não ver os clubes baianos e nordestinos fazerem o mesmo. O Bahia e o Vitória tem uma força expressiva aqui na Bahia e poderiam fazer algo bem bacana. Acham que o investimento em um jogador de porte não tem retorno? Trás um cara bom pra cá e faz isso aí que o Flamengo fez pra ver o retorno. O Sport é outro clube que poderia estar arrecadando muito com o marketing esportivo, mas eles todos continuam a achar que contratar pés-rapados velhos vai resolver alguma coisa. Uma lástima.
E parabéns aos clubes do primeiro mundo do futebol brasileiro, que estes sim, sabem fazer um bom marketing esportivo, além de dar bons resultados às suas torcidas.
A África do Sul celebra a todos
Jun 30th
Vi este filme no blog Mata-Mata da revista Época. Eles escreveram lá dizendo que é um incentivo para a Copa do Mundo 2010, mas pelo que pude ver no video, com as legendas feitas pelo próprio pessoal da Época, o filme me pareceu um incentivo para a Copa das Confederações, que o Brasil ganhou.
De qualquer forma, o importante aqui é analisar que, ao que parece, eles estão mesmo preocupados com a pouca participação popular. Na primeira fase da Copa das Confederações, não lembro qual jogo, vi um estádio 50% vazio. O que preocupou até mesmo a Fifa para a Copa do Mundo 2010.
Video da campanha Tokyo 2016
Jun 20th
Achei muito bonito o vídeo da campanha de Tokyo a sede das Olimpíadas de 2016. O efeito das fitas gigantes fica um pouco ruim do meio para no final, mas no todo ficou bacana.
Os japoneses aproveitaram para mostrar que já tem estruturas prontas para receber os Jogos. Piscinas, estádios e alguns esportes aparecem com evidência. Acho que eles querem mostrar que não terão que começar do zero e que podem direcionar o investimento para outroas coisas. Mostram também os meios de transporte, quesito importante para o COI. Confira o filme.
Vi no A viagem de SHIGUES.
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