A Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, logo no começo das aulas, transformou suas lixeiras e parte das instalações em mídia para uma campanha polêmica contra o uso de drogas.
As lixeiras estampam rostos de jovens e, sob suas aberturas, foram colocadas placas com os dizeres “É isso que existe na cabeça de quem usa drogas” e “É assim que quem usa drogas preenche a cabeça”.

É uma campanha polêmica e que dividiu opiniões na universidade. As peças foram criadas pela Publicis, agência responsável pela comunicação da Mackenzie e teve mesmo a intenção de polemizar a questão e provocar a discussão sobre o assunto.
Quando vi a campanha, pensei logo que fossem rostos de universitários nas latas, mas a agência contratou modelos profissionais para o trabalho, pois poderia prejudicar a imagem de alunos que se dispusessem a ter seu rosto na campanha.
Particularmente acho inteligente e interessante. Precisamos de campanhas fortes e chocantes para levar o grande público a pensar no assunto e mudar atitudes. Na Holanda, onde a machonha é liberada, houve um aumento nos últimos anos no consumo e em criminalidade. Mas lá mesmo e em muitos países da Europa, campanhas contra a direção após o consumo de álcool são muito fortes e utilizam cenas de acidentes e/ou de pessoas que cometeram o acidente e também perderam parentes no trânsito, estas campanhas fizeram reduzir drásticamente o número de acidentes relacionados com bebidas alcoólicas. Veja abaixo uma destas polêmicas campanhas européias.
Se funciona lá, por que não funcionaria aqui?
Vi no G1.
Leo, eu, pessoalmente, gosto dessas campanhas polêmicas e de grande impacto. Acredito que as pessoas ficam menos indeferentes ao tema, justamente por gerar mais discussões sobre o assunto.
bjo-bjo
concordo com a opinião acima.