A pré-estréia do filme Motoqueiro Fantasma será na terça-feira, dia 27, e eu já consegui o meu convite. Valeu Thiago! Confiram abaixo o que a Wikipédia diz sobre este personagem.
“O Motoqueiro Fantasma é um personagem de HQ da Marvel Comics. Criado pelo desenhista Mike Ploog e os escritores Roy Thomas e Gary Friedrich, tendo estreado em Marvel Spotlight #15 (Agosto de 1972).
O primeiro (e atual) Motoqueiro Fantasma foi Johnny Blaze que trabalhava num show de motociclismo de um circo antes de fazer um acordo com o demônio Mefisto com o intuito de salvar seu mentor e pai adotivo, transformando-se assim no Motoqueiro Fantasma. O segundo Motoqueiro Fantasma foi Denny Ketch.
O Motoqueiro surgia inicialmente logo após pôr do sol, ou quando seu hospedeiro experimenta um estado de grande sofrimento psicológico (que o hospedeiro, aliás, pode provocar propositalmente para trazê-lo à tona), frequentemente chamado de Olhar de Penitência. A transformação é muito dolorosa, com a carne do hospedeiro derretendo para dar lugar à forma cadavérica do Motoqueiro. O Motoqueiro Fantasma não compartilha da personalidade do hospedeiro, tendo a sua própria. Ele se auto-intitula o Espírito da Vingança e persegue os criminosos que considera “pecadores”.
Seus poderes consistem de um olhar capaz de por sua vítima em choque quando a fita de perto, uma corrente de metal capaz de mudar de comprimento (no caso de Dan Ketch) e uma moto com rodas flamejantes (Mesmo depois de deixar de ser o Motoqueiro, Johnny Blaze manteve uma moto dessas). Ele costuma enfrentar outros demônios como Zodíako, ocultistas como Troll e Bruxa, ou maníacos, como o Espantalho.”
A HQ Maniacs também tem uma matéria muito completa e legal sobre o Motoqueiro. Confira!
Volta e meia, vozes femininas bradam contra os modos como as mulheres são representadas nas propagandas de cerveja: como objeto a ser consumido pelo homem; como isca para associar a bebida alcoólica a bom desempenho sexual e a erotismo. A gritaria de vez em quando dá algum resultado. Imperceptível, mas dá. Há algum tempo, por exemplo, as cervejarias teriam se comprometido, segundo o Conar (Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária), a deixar de lado os roteiros vulgares, nos quais a mulher aparecesse com conotações de mero objeto sexual e investir mais no humor, sem apelação à condição feminina.
Da programação televisiva e das peças publicitárias expostas em botecos e biroscas, no entanto, esse compromisso firmado com o Conar parece passar longe, muito longe. Em todas as propagandas lá estão mulheres e mulheres com bocas sedutoras e peitos e bundas convidando ao consumo. De cerveja, claro. A questão, no entanto, começa e termina para muito aquém e além das insinuantes propagandas de cerveja, um produto direcionado predominantemente para o consumidor masculino. Do que adianta, por exemplo, o tom condenatório concentrado contra os tais pôsteres e vídeos quando os programas de TV feitos para essa entidade vaga chamada “família brasileira” não cansam dos closes glúteos nas calipígias que sorriem condescendentes com a exposição de suas protuberâncias no horário nobre?
SABONETE – Na TV, a alegada objetificação, coisificação, reificação ou outras “ãos” das quais a mulher seria vítima está em todos os lugares, até onde tendemos a achá-la engraçadinha, justamente por se dar de forma sutil ou abestalhada. E, ainda mais difícil de encarar: com a anuência das próprias mulheres. O programa Tudo é Possível, por exemplo, com seu tonzinho todo inocente e asséptico, conduzido por Eliana ex-dedinhos, tem um quadro ilustrativo, o Saindo com a sogra: mães aparentemente normais oferecem as filhas e se dispõem a sair com guapos que procuram uma namoradinha na TV. De saída eles já sabem que há três candidatas disputando-o. E, consequentemente, três mães promovendo as respectivas crias.
Cada uma das três mães tem como missão convencer o moço a escolher a respectiva filha. Vale ressaltar que o rapaz não conhece a moça, ou seja, deve fazer sua escolha após ser convencido por uma das potenciais sogras sobre as qualidades da candidata. Para isso, as mães exibem objetos pessoais e citam características estéticas e comportamentais das candidatas. Outro dia, uma “sogra” levou um sabonete para o moço sentir como a filha dela era cheirosa. Ah não, fala sério…
CORTE DE CABELO – Sobre o lugar do feminino na TV, o Big Brother é um primor. Na edição atual há uma moça interiorana a quem chamam de ‘porta’ e ela agradece, ao sorrir bem humorada. Chama-se Íris, mineira do interior. Durante uma semana, a tal foi atacada por alguns dos homens da casa por ser tida como dissimulada. O argumento para justificar a dissimulação: sendo moça do interior, “da roça”, como dizem reiteradamente, como poderia ser autêntica, pura, séria, se quando toca um pagode ou um gênero desses que dialogam com os instintos primitivos, ela rebola daquele jeito?
E teve mais: o personagem “alemão” (sim, pois aquele tipo de perfil só pode ser classificado como personagem) usou todo o vocabulário ofensivo e de conotação sexual existente no dicionário para ofendê-la. No dia seguinte, a tal era toda sorrisos com o próprio. E não vale vir com o discurso renitente segundo o qual tudo isso são as filhas da pobreza, inocentes e oprimidas pelo machismo esperto. Quem dera as coisas fossem simples e maniqueístas assim. Diante desses papéis tão pequenininhos e nada inocentes ocupados pela mulher na mídia, melhor mesmo é dar de ombros e ir queimar as pestanas perguntando aos nossos botões que tragédia é aquela que vem se abatendo sobre o corte de cabelo de Fátima Bernardes. Pode-se ainda relfetir ad infinitum sobre os critérios edificantes usados para selecionar os participantes (a maioria mulheres, é bom que se diga) do Big Brother para maiores.
Malu Fontes é jornalista, doutora em Comunicação e Cultura e professora da Facom-UFBA. Texto publicado em 04 de fevereiro de 2007 na coluna Tele Análise do jornal A Tarde.
PS.: Agradeço a Dr. Malu Fontes por permitir a publicação de seus maravilhosos textos e artigos neste humilde site.
A AlmapBBDO lançará, em alguns dias, uma campanha com seis comerciais e dez anúncios para o lançamento do novo Gol. A campanha brincará com uma idéia que circula na rede há tempos e que diz que o ator Chuck Norris é o ser mais poderoso e temido do Universo. Esta campanha também contará com um hotsite (www.verdadessobreogol.com.br) que estreará no domingo.
A ação procura reforçar as características do Gol, o carro mais vendido no país nos últimos 20 anos. Para ter uma idéia do conceito da campanha é só acessar o site que conta as verdades sobre Chuck Norris e ler algumas. Uma delas diz que quando Chuck Norris faz flexões ele não levanta o corpo e sim empurra a Terra para baixo. É idéias como essa que o hotsite e a campanha do novo Gol irá apresentar. O internauta também poderá enviar as suas verdades para o hotsite da campanha. Veja abaixo uma das peças.
O texto diz: “Verdades sobre o Gol. N.º 37: Alguns extraterrestres juram que foram abduzidos pelo Gol”.
Em outro anúncio, a verdade é que “não é o macaco que levanta o Gol. O Gol é que faz o macaco empurrar a Terra para baixo”.
O filme de estréia, “Lombada”, com 30”, vai mostrar várias cenas de performance do Gol, enquanto o locutor discorre sobre as características do carro até afirmar: “Há outras verdades sobre o Gol que é preciso saber”. Vemos então uma lombada em primeiro plano e o carro vindo em sua direção. O locutor diz: “O Gol não passa em lombada”. E, quando o carro se aproxima velozmente, a lombada ganha pernas que correm para a calçada. A locução conclui: “A lombada foge antes”. A assinatura da campanha é: “Gol. Use sem dó.”
Está é mais uma boa idéia retirada de uma tendência que surgiu na internet. Aos poucos as grandes agências começam a usar as correntes e comunidades virtuais como uma fonte riquissíma de idéias e de bons frutos.
Aqueles que visitam periodicamente este blog já sabem o quanto eu sou fã desta série da TV americana. Heroes me conquistou não só por ser apaixonado por ficção científica, mas também por seus personagens que além de terem super poderes, lembram-nos o tempo inteiro que ainda não humanos, que ainda têm vida própria.
O principal propósito deste post é catequizar. Isso mesmo. Estou usando o termo usualmente católico para tentar apresentar a vocês aquela que, agora mais até que Lost, tem sido a minha série preferida. Heroes conta a história de 36 pessoas que passaram por uma espécie de evolução genética e, com isso, desenvolveram algum tipo de poder. Na série não chegaremos a conhecer os 36, pois um dos principais personagens, o Sylar, se encarrega de matar alguns em sua jornada rumo a uma super concentração de super poderes.
Temos vilões e bandidos, pais de família, estudantes, crianças, mães, policiais e muitos outros personagens tão misterios quanto envolventes. Há um clima que nos leva sempre a uma mesma pergunta: “Porquê?”. É um seriado muito inteligente, com bons roteiristas e que, assim como Lost e outras tantas séries, já tem adeptos em todo o mundo, mesmo que ainda esteja na primeira temporada nos EUA.
Logo no começo da temporada pipocaram diversos sites que trazem informações e spoilers¹ diários sobre os acontecimentos em Heroes. Os sites que eu costumo acessar com frequência são o 9th Wonders e o HeroesBrasil. Veja abaixo o vídeo de lançamento da série. É um bom vídeo, apesar de não apresentar nem 1% de todo o potencial do seriado (em inglês).
A partir daqui o post poderá conter spoilers (veja no final do post o que isso significa).
Assisti ontem à noite ao episódio de nº 16 da primeira temporada e este sim, faz jus ao título de Unexpected. Ao contrário de Run, episódio 15, que foi muito fraco e nada corrido como o nome sugeriu, Unexpected deixou a todos nós, fãns, enlouquecidos com algumas das cenas mais quentes desde o início da série. Vou comentar elas a seguir.
A primeira cena marcante do episódio é a em que Peter e Claude lutam no telhado e Peter consegue descobrir que tem telecinese sem nem mesmo ter idéia de que tinha absorvido este poder do Sylar, depois quando Mr. Bennet e Haitiano aparecem para pegá-los, Peter usa o mesmo poder para parar as setas elétricas da arma do Haitiano e depois decola com Claude nas costas. Uma cena quentissíma e muito empolgante.
A outra cena empolgante é quando, depois de Claire de rebelar contra o pai no hospital e retornar para casa com a família, eles econtram Ted e Matt e, enfim, Bennet fica acuado e sem ter para onde fugir. O final desta cena só no próximo episódio. Uma pena…
A última cena legal de Unexpected é a luta entre Petter e Isaac na sala da casa do pintor. Peter, após descobrir que foi denunciado por Isaac, o joga contra suas telas usando a telecinese e depois, ao ser acuado com uma arma, simplesmente fica invisível e começa a jogar latas de tinta em Isaac. Enlouquecido, Isaac roda para todos os lados e acaba atirando em Simone, que entrou pela porta e o assustou.
O episódio termina com Simone nos braços de Peter e Isaac ao lado dos dois. Se Simone vai mesmo morrer ou não, só iremos descobrir no episódio 17, que se chamará “Company Man”. Confiram abaixo o promo dos episódios 16 e 17 (somente o 17 está legendado).
Aguardem cenas dos próximos capítulos.
¹ Spoilers são mensagens que trazem dicas ou novidades sobre o que ainda não aconteceu na série. Muitos spoilers se concretizam.
Acabou o carnaval, a farra, os dias sem trabalho, a praia todo dia, a cervejinha gelada… e muito mais. E começa oficialmente, quase ao mesmo tempo que o ano novo chinês, o ano novo baiano. Isso é o que dizem por aqui e por outros tantos lugares Brasil afora. O fato é que isso não é nem verdade e nem mentira. Claro que o ano começou, de fato, no dia 1º/01, mas vai pegando no tranco, pegando no tranco, até que na quarta-feira de cinzas, ao meio-dia, o ano novo engata a primeira marcha e segue a todo o vapor. Então, baiano ou não, feliz ano novo pra você também! Aí, alguém liga o som e me dá uma cerva que a gente tem que comemorar, pô!
Brincadeiras à parte, meu carnaval foi legal. Curti dois dos três dias do bloco (quinta e sexta), vendi a camisa do sábado e fui jantar com minha namorada num, como chamamos entre amigos, japa-japa (termo usado entre amigos para definir restaurante japonês).
Na quinta o bloco foi arrastado pela Banda Eva e, apesar de não exceder as expectativas, foi bem legal. Na sexta quem puxou o trio e os foliões foi a banda Rapazolla, que me surpreendeu e fez uma excelente apresentação. Sexta o bloco sairia muito tarde então vendemos e fomos jantar. Aqui vale uma ressalva: o que houve com o Takeda? Chegamos lá e havia fechado, com placa dizendo “Em breve uma nova atração gastronômica aqui!”. Tivemos que ir pra o Matsuri, que não tem um combinado japonês muito legal e que demorou muito no atendimento. É uma pena que o Takeda tenha fechado.
Os demais dias de carnaval passei na Ilha de Maré, com minha namorada, mãe, padrasto e mais uma renca de parentes. Foi legal, divertido e relaxante. O único fato ruim foi ter machucado o pé no baba na praia, vai demorar pra ficar totalmente bom, mas sobreviverei.
E hoje começa oficialmente a maior festa de rua do mundo. Se alguém aí quiser me encontrar pode procurar após as 20h entre os mais de 3.000 foliões do bloco No Outro, estarei lá com minha dignissíma e um punhado de amigos. O bloco hoje será puxado pela Banda Eva, amanhã por Rapazolla e no sábado será a vez de Alexandre Peixe.