Tudo ao mesmo tempo agora

Linguagens

As aulas têm ficado melhores com o decorrer da semana. Nosso Mestre é excelente e as discussões são imensamente ricas. Temos uma colega que sabe tudo dos bastidores empresariais baiano, uma figura divertidíssima que dá muitos exemplos bacanas. Pelo menos com aulas mais “interativas” não sinto sono e volto ao ritmo mais rápido. Já dividimos o trabalho e decidimos como vai ser a metodologia. Estou vendo as outras apresentações e anotando os erros que não devemos cometer. Vícios de linguagem foram os mais comuns até o momento. É um tal de “né?”, “certo?” e “ta?”, que não cabe em mim. Fico, como dizem por aí, me bulindo todo com isso. Parece que a pessoa não irá sobreviver sem ser afirmada pelo ouvinte.

Gosto de prestar atenção na linguagem, nas expressões corporais e nos detalhes. Coisa de quem já fez uns três cursos de oratória, comunicação verbal, corporal e ainda é publicitário. Fazer o quê? Isso é praticamente involuntário. Não entendo gente que, depois de quatro anos na faculdade, ainda se sente nervoso na hora de uma apresentação em sala de aula. Quer saber? Acho que por que tenho certa facilidade penso que todo mundo tem que ter. Deve ser isso.

Ah, contei ontem as pessoas da sala. Estavam presentes – se eu tiver conseguido contar certo e se naquele momento todos estavam na sala – dezessete mulheres e quatorze homens. Acho que é isso. Não anotei, por isso ainda temos mais uma possílidade de erro, a memória do papai aqui. Hehehe! Vou contar novamente e anotar.

Vaga para moça

Inverno é mesmo uma merda! Tem feito um frio da zorra e eu dormindo sozinho todo santo dia. É isso que dá ser exigente demais. Mas, não vou abrir mão da decisão de buscar o melhor só por uma “costelinha” pra esquentar a noite. Isso é o que eu chamo de investimento em longo prazo. É como já disse aos meus: coração agora só abre as portas para alguém com pedigree, ou seja, uma mulher madura, inteligente, batalhadora, livre, feliz, carinhosa, formosa, sensível, e se der, bela. Não cheguei aos vinte e cinco para continuar brincando com o queridão que pulsa aqui dentro. E se eu não brinco com ele, não é qualquer uma que o vai fazer.

O jardim vem florescendo, mas até agora só apareceu mesmo formiga, abelha e praga. Borboleta que é bom, nada. Continuo a esperar. Enquanto isso, trabalho, estudo e me divirto como posso. Amigos(as), estou aqui.

Programação

Sábado vou trabalhar até às 17h30min. À noite tem dois programas me deixando loucos para decidir. Ir ao cinema ver O Código Da Vinci ou ir ao Centro Espírita. Vou tentar fazer as duas coisas, ir ao centro e depois pegar última seção do cinema. O bom é que já me acostumei a fazer coisas sozinho mesmo, por isso devo ir de qualquer jeito ao cine, mesmo contando “apenas” com a companhia de Deus.

Domingo devo ir almoçar com meu irmão, ele me ligou dizendo que não temos amizade, que não saímos juntos, que eu não dou atenção a ele, etc., etc. e etc. Não quero nem comentar isso. Nossa história é complicada demais e exigiria um post de uns vinte parágrafos ao menos. À tarde vou ao Word Bar (perdoem-me se o nome não for esse) na Barra com uma amiga da faculdade e outra amiga dela. Ainda vamos avisar a mais gente, se você quiser ir, me fala que eu confirmo horário, local e tudo o mais. Vai rolar forró com cerva dobrada.

Música

Não costumo colocar letras de música no blog, mas como não tenho aqui minha pasta de poemas, contos e textos, abro uma exceção. Veja a maravilha da letra desta linda música. Emociono-me sempre que a ouço.

Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino)
Gonzaguinha

Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que traz no peito
Pois ama e ama
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
Não dá pra ser feliz
Não dá pra ser feliz

MBA | Coke ring | Novo link | Carta de Amor

O MBA mal começou e…

Já temos duas comunidades no Orkut, grupo no Yahoo, e-mail da turma, material disponibilizado no grupo e trabalhos para apresentar. É isso aí, vamos em frente então. Hoje tenho que ler um material de 24 páginas para dividir entre a equipe e apresentar na sexta-feira. Depois temos um mês para preparar uma resenha com mais de cinco folhas de texto sobre um dos assuntos abordados e entregar no primeiro dia de aula do próximo módulo. Já vi tudo. Do jeito que escrevo, vão sair no mínimo umas oito folhas. Ainda tenho duas revistas Superinteressante e dois livros me esperando.

Ai meu Deus, dai disciplina e tempo. E tem mais, vou trabalhar no sábado e durante as noites da próxima semana, o que torna meu tempo livre exclusivo para leitura e estudo. É isso aí, entrou na água tem que se molhar. Quer ter MBA, ser promovido, transferido, agregar conhecimento e aumentar o networking? Tem que ralar! Nada de barzinhos com os amigos. Rá! Aí já é piada. Querer demais não é? Dos encontros com os meus eu não abro mão. Ponto final.

Coke ring

E o Atômico continua sua labuta no TOP 10 da categoria “Viva o que é bom” do concurso de blogs da Coca-Cola.

Uma consideração: a média de visitas neste mês até a data de ontem totaliza 49. Mas me diz uma coisa. Se tanta gente vem aqui, onde estão os comentários?

Vamos comentar meu povo. Eu gosto, sabe?

Link novo nos blog favoritos: Não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar… Blog da Renata. Visitem!

{ Indescritível }{ Carta de Amor }

Algumas imagens não saem da minha mente desde o instante que te conheci. São imagens que povoam meus dias e noites. Todas as horas, minutos e segundos de cada dia e noite, sem exceção. Não consigo esquecer aquele sorriso sublime, verdadeiro, feliz… Doce. Ah, e como é doce o teu olhar. Um olhar carregado, impregnado, infestado de candura, paz e carinho. Somadas a estas imagens, estão tua pele límpida, perfeita e imaculada, teu nariz, modelado no momento da mais maravilhosa inspiração divida, tuas estupidamente lindas covinhas ao sorrir e, enfim, toda e cada uma das pequenas obras de arte que se completam nesta obra maior que é teu ser.

Mas não são somente imagens que permeiam os meus sentidos. Outras sensações incríveis e, apesar de tentar fazê-las aqui, indescritíveis, também vagueiam constantemente em mim. Teu cheiro suave, rosado e único, agora vive na eternidade de minh’alma e lá jamais perecerá. Não poderia deixar de expressar a suavidade da textura de tuas faces e mãos. Morada da mais perfeita e imponente pele. Uma seda, como seda são teus cabelos. Rios quase negros, nada sinuosos e vívidos.

E há sim algo que de maneira alguma, eu poderei transmitir em palavras. Este algo nada mais é, e tudo é, teu delicioso e entorpecente beijo. Um beijo quente, sagaz e rico. Um beijo capaz de amolecer o mais duro dos corações e de derreter por completo um coração como o meu que foste derretido de amores por você e, que agora, surge novo, mais vivo e forte que outrora. E, mesmo estas palavras, nada dizem a respeito de teu beijo, sobre o qual me calo pela total impotência em traduzi-lo nestas palavras.

Carinho, calma e tranqüilidade transpiram incessantemente de cada um dos milhares de poros teus. Carinho em olhar, toque, beijo, cheiro, sorriso. Simplesmente e totalmente, carinho. Não há como precisar o tempo que faz desde que senti algo assim, não há, pois, é evidente que este é um carinho inédito, intocado e ainda não sentido por mim. Acho que nem mesmo o senhor do tempo, seria capaz de parar-me a partir do momento em que decidisse viver eternamente a te descrever com as mais belas e tenras palavras. E se hoje paro, não é por desanimo ou por haver findado tuas qualidades, mas sim por serem finitas minhas palavras diante da infinidade de sensações que existem em tua perfeição a descrever.

Calo-me em palavras, pois em sensações e sentimentos, nada, jamais, calar-me-ia.

Leonardo Araújo, 24 de janeiro de 2006.

Volta às aulas, blogs e poema

MBA

Ontem assisti à primeira do primeiro módulo do MBA em Marketing. Aula de Sistemas de Gestão. Posso dizer que foi uma aula tranqüila, sem grandes novidades ou informações totalmente novas. Acho que a grande maioria de nós – os alunos – já viu os assuntos abordados ontem em nossas respectivas graduações. Mas, tudo bem, esta foi apenas a primeira e tenho certeza de que, as informações de ontem, serão importantes no decorrer da semana. É esperar para ver.

Falando um pouco sobre a turma, acredito que teremos boas e interessantes discussões no decorrer de todo o curso. Apesar de termos maioria de administradores e publicitários. Ao que tudo indica, somos mais heterogêneos em atuação do que formação, ou seja, trabalhamos em empresas distintas dos mais diversos setores. Desde turismo até o ramo farmacêutico, passando por design, publicidade e vestuário. Isso apenas para citar alguns.

Esta será para mim uma semana apertada, cheia de sono, trabalho e estudo. Uma semana corrida. Muito. Ainda bem!

Fala que eu te escuto. Ops! Leio!

Sei que assim como eu, muitos de vocês tem os seus blogs e sites prediletos. Comigo a coisa acontece meio que por osmose. Leio, gosto da forma e pimba! Já para a lista dos favoritos. Um dos pontos que mais me chama atenção em blogs é a forma. Muitas vezes, para mim, o conteúdo não é o ponto fundamental para uma leitura assídua e meu voto de confiança. A forma é um dos pontos chaves nas minhas escolhas.

É claro que alguns dos blogs que visito assiduamente o faço pelo conteúdo. Quer ver um blog cheio de conteúdo? Vá ao blog do Miguel Lobo.

O humor é fundamental, mas eu mesmo não sigo esta regra. Às vezes acho meu blog chato e demasiado sério. Quer ter noção do que estou dizendo? Visite o blog da Lívia ou da Priscila e terá uma boa noção de como usar bem o humor no texto.

Além do humor, usar bons exemplos enriquece a forma e torna o texto muito interessante. Exemplo disso são os blogs da Gaby e o da Luciana. Todos muito bons.
Estão recomendados. Visitem e confiram se estou realmente certo.

METADES | Poema

E quando,
De morte em morte te encontrar,
A amarei

Mesmo que em vida
A outra meu amor doei
Mesmo que em vida
Um outro tu foste amar

E quando,
de vida em vida não te encontar
Suportarei

Pois sei, logo o amor reunirá
Suas metades preciosas
Você e eu
Para em eterno amor banhar

Leonardo Araújo, 27 de outubro de 2004.

Guerra, passeio, Coke ring e texto

O que há?

Ontem à noite fui tomado de uma surpresa estarrecedora e terrível ao ligar a televisão. Minha Nossa Senhora, o que é que há? Estamos em guerra e ninguém me avisou, é? Eu não quero ver o nome do meu tão amado, lindo e glorioso Brasil manchado de sangue nas matérias dos grandes jornais, telejornais e sites do mundo inteiro. Não mesmo! Fui tomado de surpresa, pois na sexta-feira eu havia viajado para Castro Alves, cidade natal de minha família e, como já é de praxe, mal vi televisão nestes dois dias. Ainda bem. Pelo menos pude passar dois dias sem tomar conhecimento dessa onda estúpida de violência que inunda nossas cidades. E a coisa já chegou aqui na Bahia. Em Itabuna três ônibus foram incendiados. Espero que nosso governador seja mais inteligente que o de São Paulo e aceite de imediato a ajuda das tropas nacionais e da PF. Eu ainda sou mais enfático, por mim o exército estaria em todas as grandes cidades imediatamente. Vamos esmagar este crime organizado, rechaçar quaisquer possíveis atos de violência e devolver a paz à nossas famílias. Que coisa, hein?

Viagem à Castro Alves

Sexta-feira, como eu já havia dito em post anterior, fui com dois primos e meu avô para a cidade da nossa família. Foi muito bom voltar pra lá. Adoro tanto aquela cidade que já decidi: vou construir uma casa lá. Sei que tenho “trocentas” casas para ficar, mas quero a minha do meu jeito, com a liberdade que eu preciso.

Sábado foi dia de badalação, ficamos zanzando e papeando por lá até a tarde, quando decidimos ir visitar uns amigos em Santa Terezinha, cidade vizinha. Foi bem legal e divertido. Voltamos no final da noite e, depois de prontos, partimos para uma festinha que estava acontecendo em uma das praças da cidade. Só o final da festa não foi lá muito bom. Uma das minhas primas estava “tirando onda” de fusca. E não é que o carro empacou. Tive que empurrar por mais de duzentos metros até o posto. No fim, achamos que o problema mesmo foi falta de gasolina. Saco!

Domingo foi dia de almoço em família. Tios, tias, primos, avôs, avós e amigos. Muito bom, mesmo. Pena que tivemos que vir embora ontem. Por mim eu ficava lá mais uma semana.

Coke ring

E hoje termina o TOP 10 da qual faço parte há quinze dias. Estou torcendo para continuar entre os 10 melhores da categoria Viva o que é bom. Torçam pelo Atômico vocês também. Para não mudar a rotina, segue um pequeno texto meu.

Passional

Retiraste pétala de minha flor e arrancaste coração meu e apunhalaste meu amor e deliras ao dizer amar-me e queimaste tua carne e inflamaste tua alma e fugiste de ti e tornaste louca e gritaste meu nome e dizeis-me culpado e prometeste vingar-te e cumpriste promessa e jazeste comigo e persegue-me além e enfim separamo-nos e renasceste só e sofrerás e chorarás e aprenderás e um dia enfim encontrar-te-emos na eternidade outra vez.

Leonardo Araújo, 05 de maio de 2006.

Carta, Cancún, dia bom e viagem

Aos meus amigos, futuros grandes jornalistas. Salvador, 13 de Junho de 2003

Um ano e meio é pouco tempo se compararmos com uma vida inteira, se compararmos com as duas décadas – em média – dessa nossa atual existência física na Terra. Mas eu posso dizer aqui, com todas as letras e palavras, que este último ano e meio foi para mim um tempo imenso, onde novas amizades e pessoas puderam passar a fazer parte, definitivamente, de minha vida.

Falo de vocês meus amigos, pessoas com quem convivi diretamente e com quem me relacionei das mais distintas formas possíveis nestes três primeiros semestres do nosso curso. Vocês são pessoas que eu aprendi a admirar e respeitar, que aprendi a amar. É claro que, com alguns tenho relação mais estreita que com outros, mas todos em sua plenitude são importantes e sei que será impossível esquecer algum de vocês, todos marcaram de alguma forma a minha e a vida de todos nós que estudamos juntos e nos completamos e ajudamos mutuamente nesta primeira parte da longa caminhada que ainda está em curso.

Mais que colegas, eu acabei por fazer de alguns de vocês amigos verdadeiros e até mesmo confidentes. Agradeço por ter sido permitido a mim, viver todos os dias que vivemos juntos até hoje e, desde já, agradeço pelos dias que viremos a dividir daqui para frente.

É bem verdade que houveram desavenças e problemas neste percurso, mas isso é normal e acontece nas melhores famílias.
Outro fato é que passamos três semestres juntos e só agora, no momento da separação das turmas é que conseguimos nos juntar em uma festa só nossa, acho que a data não poderia ser mais perfeita, tinha que ser mesmo uma sexta-feira 13, até nisso nós somos inusitados e marcantes.

Quero com esta pequena carta, deixar um registro de minha imensa gratidão pela ajuda, pelas pescas, pelos ombros amigos, pelos conselhos, pelas sábias palavras, pela vivência enfim.

Meus amigos, vai aqui o meu Muito Obrigado por tudo. Estaremos a partir de 5 de Agosto em caminhos diferentes, mas saibam que podem contar comigo sempre, somos amigos e amigos são pra vida toda.

Desejo muito sucesso, amor, paz e felicidade em suas trajetórias, tenho a convicção de que todos iremos vencer. E por favor, estudem muito, pois quero me formar junto com vocês.

Um grande abraço a todos, Leonardo Araújo.

_Post script:

Escrevi a carta acima quando terminamos o terceiro semestre da faculdade. Até aquele momento, os cursos de jornalismo e publicidade (que é o meu) tinham aulas juntos, numa mesma sala. A partir do quarto semestre nos separamos. Na “Festa de Desintegração” eu li a carta para meus amigos de jornalismo, hoje quase todos já formados.

Ontem à noite fui ao Café Cancun com Jessi, suas amigas e dois amigos. Ótimo pra descontrair, pena que tive que ir embora cedo. Senão eu não iria acordar hoje para trabalhar e os encontros de que falo abaixo não aconteceriam.

Estou tendo mais um dia muito bom. Obrigado, Senhor! E aconteceram mais dois encontros maravilhosos. Estou conseguindo entender os recados da vida e as “coincidências” já começaram a aparecer com mais freqüência. O bom é que fazendo isso conscientemente acabo por perceber mais e mais novas e boas oportunidades. Mais uma vez obrigado, Senhor! Obrigado meu, Deus! Peço desculpas por não dar mais detalhes, mas como eu digo sempre: tudo vem a seu tempo.

E hoje à noite vou, junto com dois primos e meu avô, viajar para Castro Alves. Estou com muita saudade de minha família de lá. Vou trazer muitas fotos. Então me desejem boa viagem. E até a volta.

Um bom dia, um ótimo livro e uma excelente palavra


Viva! Hoje eu tive realmente um bom dia. Não. Eu não ganhei na mega-sena acumulada, nem mesmo fui promovido ou encontrei o amor da minha vida. Nada disso. Apenas tive um bom dia. Produtivo e que me deu a oportunidade de ter uma boa conversa e um encontro muito oportuno. Acho que isso já é reflexo da minha energia atraindo as “coincidências” da vida. Que bom. Sinto muito meus queridos leitores, mas não estou aqui para falar desta conversa e nem mesmo deste encontro. Só que, como eu não vou deixá-los sem informação alguma, digo que foram duas situações muito interessantes. Uma libertadora e a outra acolhedora. Ambas contemplando uma nova oportunidade e caminhando na mesma direção, mesmo que diferentes. É isso.

Eu estou quase terminando a leitura de A Profecia Celestina (obrigado pela correção do título, Gaby), do americano James Radfield. Este é o primeiro livro de uma série que tem ainda A Décima Profecia e O Segredo de Shambhala. Vocês não têm noção, estou simplesmente devorando o livro. É muito bom. Conta à história do descobrimento de um Manuscrito (com m maiúsculo mesmo!!) datado de 600 a.C. que trás grandes revelações para o final do segundo milênio, ou seja, as últimas décadas do século passado. As revelações são fascinantes, e como eu sou afim ao espiritismo, a coisa me encantou de vez. Mas entenda que o livro não faz apologia a nenhuma religião especificamente. É um livro sobre a energia da vida. Ótima leitura para noites e finais de semana sem compromissos. Não prometo que o livro seja encantador aos olhos de todos, mas acho que é bastante revelador. Algo como ler e partir para a prática. Ou deixar que as coisas aconteçam mais fácil e verdadeiramente. Quase auto-ajuda, sabe? Mas sem ser pretensioso a este ponto. Está recomendado.

Mudando de assunto. Minha palavra da vez é networking. Então, vamos fazê-lo.
Eu, já comecei caros amigos.