Favela – O compromisso social (ou não?)

“Nosso compromisso é fazer propaganda de qualidade, focada nos negócios dos nossos clientes. Busco isso desde o início e o mercado está reconhecendo”, declara o presidente da Leo Burnett, Renato Loes. Foi com este foco que o anúncio intitulado “Favela”, para o instituto Akatu, conquistou grandes prêmios como o Leão de Ouro em Cannes, ouro na About, ouro no Colunista São Paulo e também no Clube de Criação de São Paulo (CCSP).

A peça mostra a fotografia de uma favela de cabeça para baixo e uma tarja com o texto: “Seu descaso é tanto, que nem reparou que a imagem está de cabeça para baixo. CUIDE. www.akatu.org.br”.

Destacando o tema da responsabilidade social, ele trabalha a conscientização do consumo, mostrando o poder do consumidor na hora da compra final. O anúncio faz uma forte crítica às corporações que alienam as pessoas a comprarem impulsivamente, e que as transformam em bonecos manipulados pela indústria publicitária.

Criado por Marcus Kawamura e Márcio Juniot, com direção de criação de Ruy Lindenberg, o anúncio chamou a atenção de universitários, profissionais e críticos, pela forma marcante de “cutucar” todos que param para entender o anúncio.

No entanto, existe uma curiosa contradição entre o anúncio e o próprio instituto. O problema é que o Akatu é patrocinado pela Coca-Cola, HP, Bank of Boston e diversas outras empresas (clique aqui para ver todas as empresas) que causam o impacto criticado pelo anúncio. É o mundo da publicidade/marketing trabalhando para o social…

Será o fim da propaganda?

Aqueles que não aguentam tanta propaganda nas ruas já podem se ver livre dos anúncios. Não. Calma lá. Não é o fim da propaganda.

Uma nova invenção – que eu acho que deveria ser expurgada só pela sua função – promete dar fim à propaganda. Pelo menos para quem o utilizar. Trata-se de um óculos, bem “feinho” diga-se de passagem, que apaga os outdoors, mupi’s, banners e toda a publicidade à frente de quem o usa.

Veja o exemplo abaixo e, se achar isso interessante, vá no site.

Né louco isso?

Ele quer o Pálacio do Planalto

Acho muito, mas muito perigoso mesmo esse tal de Severino. O cara é meio desorientado. E ontem ele disse que está pronto para assumir a Presidência da República. Ah, aí sim, o dito tornar-se-á realidade e, enfim, seremos uma República de Bananas. Veja aqui o que ele falou.

Eis a frase…

Ontem eu ouvi a mais célebre das frases deste fim de semana. Quem a proferiu foi Viola, jogador do Bahia, que durante o intervalo ao ser indagado sobre a derrota parcial por 2×0, disse:
“A esperança é a última que morre… Mas morre!”

O resultado final foi nada menos que 4×0 para o Náutico. Só tenho pena dos meus amigos torcedores do Bahia. Com um jogador desse, quem precisa de adversários?

Socorro! Desligue a TV!

Deus do céu, espero que aí no paraíso não pegue o sinal dos nossos canais de televisão. Acredito que até mesmo o Senhor seria capaz de enlouquecer com o assunto do dia, semana, mês, semestre.

É um desabafo. Eu não aguento mais ouvir falar de mensalão, CPI disso e daquilo, Marcos Valério, Dirceu, Delúbio, cuecas e malas milionárias, etc, etc, etc.

Nem mesmo ligo mais a TV. De noticiários eu quero é distância!