Leonardo Araujo • 3P
propaganda • prosa • poesia • tendências • e tudo o mais
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Ago 8th
É por isso que o PS3vem chutando a bunda do Xbox360
dia após dia. Essa belezinha é exclusiva para o console da Sony.
Gosta de games? Vai babar com este trailer.
Eu não sei nem o que comentar depois de ver uma produção como essa. Será que teremos um novo épico, depois de God of War III? Espero que sim!
Ago 1st
65 dias depois, um novo post.
Estou lendo um livro muito interessante chamado Oportunidades Disfarçadas. O livro, escrito pelo Carlos Domingos, fundador da age., apresenta uma série de histórias de personagens que, em algum momento de suas vidas, ao enfrentar uma dificuldade, encontrou o estopim do sucesso.
São casos como o do fundador da Gillette, que inventou o barbeador descartável ao se cortar quando fazia a barba e depois de ouvir o conselho de uma amigo que disse “se você quiser ganhar sempre dinheiro, crie algo que as pessoas usem e joguem fora”.
Post curto, só mesmo para dar a dica de leitura.
Mai 26th
Não é de hoje que admiro a comunicação da Tam. Aliás, as companhias aéreas brasileiras fazem trabalhos de comunicação muito bons. A Gol é também sensacional nisso.
O fato é que hoje, dia 26/05/2010, a Tam levou a seleção brasileira rumo a África do Sul, ou seja, rumo ao hexa. E eles fizeram mais um dos seus vídeos bacanas para o youtube e colocaram para os jogadores assistir. Se até eu me emocionei um pouco, imagino como cada um dos jogadores deve ter sentido o peso da amarelinha ao ver o clipe. Confere aí.
Vi no twitter de alguém, infelizmente não lembro de quem.
Mai 14th
Seguindo o clima da Copa do Mundo, a Skol já lançou dois filmes com argentinos que se transformam ao abrir as latinhas da cerveja brasileira. O segundo VT acaba de ficar pronto e mostra que a Skol colocou no mercado latinhas falantes em meio às outras milhares de latas que são produzidas diariamente. Este segundo VT mostra os argentinos sofrendo com a lata que grita “Pentacampeão” entre outras coisas. Eles tentam afogar a lata, mas ela continua a berrar. Sensacional! Confira o video. As Latas Torcedoras vão ao ar a partir de amanhã, dia 15.
Via @skolweb
Mai 12th
Ontem, eu e meu chefe, fomos almoçar num shopping em Salvador. Como nós dois temos Playstation 3, resolvemos passar numa grande loja de departamento, dessas livrarias que vendem games, computadores e etc., sabe? Meu chefe queria comprar um game novo para seu filho e um controle original adicional para o PS3. Só aí ele gastaria pelo menos R$ 300. Na loja perguntamos a um vendedor sobre o controle, ele nos atendeu e falou o preço R$ 219. Meu chefe já tinha decidido comprar e iria ainda escolher outro jogo, quando o cara soltou a pérola:
Olha só, na Lojas Estadunidenses está por R$ 199!
Assim, na lata, sem ser questionado sobre o preço e nem nada. Eu fiquei até sem graça, mas agradecemos e fomos comprar na outra loja, onde meu chefe ainda comprou não só um, mas dois jogos novos.
Aí eu pergunto, aonde está o erro ou a pegadinha da história? Acho que são três as opções que respondem a pergunta.
Particularmente para este caso, acho que a opção 2 é a que se encaixa melhor. Os olhos dele diziam isso. Ele estava completamente entediado e sem vontade de estar ali. Ruim para ele e pior ainda para a empresa, que perde clientes para a concorrência direta e mantém alguém sem paixão em seu quadro.
Mas aí surgem outros culpados e eles vão desde os gerentes, até a diretoria da loja. Porque, para um funcionário fazer algo assim, ou um fato de sua vida interferiu fortemente, ou a gestão é falha com o aspecto humano e não atende às expectativas dos funcionários. Pior ainda! Eu falei com apenas um deles. Acho que a loja deve ter uns 20 vendedores. É a velha história da maçã podre no cesto com maçãs boas. A maçã é a culpada por contaminar as demais, mas e a culpa de quem colocou ou manteve a maçã lá?
Quem agradece é o concorrente. E, neste caso, meu chefe também.
Abr 19th
É incrível como grandes viradas podem trazer alegrias e desconfortos para equipes esportivas e suas respectivas marcas patrocinadoras. Ano passado, o Flamengo, que era patrocinado pela Petrobrás, perdeu o patrocínio, fechou contrato com uma concorrente da estatal, os Postos Ale, e foi campeão brasileiro. O que gerou uma exposição fenomenal para a marca Ale.
E o mais incrível é que a Petrobrás patrocinava o time há vários anos e o título veio justo quando o contrato foi encerrado. A Ale se deu bem na história e seu share de marca cresceu absurdamente. Até em locais onde a marca não está presente, ela é conhecida.
Ontem a história se repetiu. Um ano atrás, o então time de vôlei, Finasa/Osasco, anunciou o fim de suas atividades dois dias após perder a quarta final consecutiva da Superliga para o Unilever/Rio. O time havia acabado por conta do encerramento do contrato com o patrocinador, o banco de financiamentos, Finasa, marca que pertence ao Bradesco. Provavelmente, após quatro vice-campeonatos, o Bradesco temeu que a marca recebesse o estigma de perdedora.
O técnico do time, Luziomar de Moura, partiu atrás de um patrocinador e fechou com a Sollys, formando então o Sollys/Osasco. A equipe trocou o vermelho pelo laranja e, apenas um ano depois, sagrou-se campeã da Superliga em cima do arquirrival Unilever/Rio. Mais uma vez, com a transmissão ao vivo do jogo, as reprises nos VTs e as fotos estampadas em sites pela web promoveram a marca Sollys como eles jamais o haviam feito.
(Foto do G1)
O que fica destas duas histórias? O marketing é algo complexo e, muitas vezes, sua execução se dá por um período longo de tempo. Para o marketing esportivo a situação é quase sempre assim. É importante manter laços e vínculos, investir em equipes para que elas tornem-se vencedoras e assim exponham a marca ao mundo. Não estou dizendo a Petrobrás e o Finasa não o fizeram, mas o fato é que eles deixaram de acreditar no retorno que o clube proporciona, mesmo nas derrotas, em exposição de marca. Um clube como o Flamengo merece um planejamento e investimentos contínuos, pois é um clube que está sempre na mídia e possui uma torcida imensa. Já o Finasa era sinônimo do vôlei de Osasco, dava nome ao time, e tinha uma aceitação grande por parte da população, pelo fato da sede do Bradesco, a Cidade de Deus, ser em Osasco.
Fica, depois de tudo isso, a certeza de que o investimento no esporte para formar equipes vencedores proporciona um retorno para a marca maior do que muitas campanhas publicitárias seriam capazes de promover. Espero que estas duas viradas mostrem aos patrocinadores que é importante investir continuamente para obter grandes resultados.